Pular para o conteúdo
The Way

Procurar passagem ou palavra

Leitura

Bíblia em 6 meses

Dia 143 de 182 · uns 23 min

Mateus 27–28 · Marcos 1–2

Mateus 27Abrir no leitor

1Vinda a manhã, todos os chefes dos sacerdotes e anciãos do povo juntamente se aconselharam contra Jesus, para o matarem.

2E o levaram amarrado, e o entregaram a Pôncio Pilatos, o governador.

3Então Judas, o que o havia traído, ao ver que Jesus já estava condenado, devolveu, sentindo remorso, as trinta moedas de prata aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos;

4e disse: Pequei, traindo sangue inocente. Porém eles disseram: Que nos interessa? Isso é problema teu!

5Então ele lançou as moedas de prata no templo, saiu, e foi enforcar-se.

6Os chefes dos sacerdotes tomaram as moedas de prata, e disseram: Não é lícito pô-las no tesouro das ofertas, pois isto é preço de sangue.

7Então juntamente se aconselharam, e compraram com elas o campo do oleiro, para ser cemitério dos estrangeiros.

8Por isso aquele campo tem sido chamado campo de sangue até hoje.

9Assim se cumpriu o que foi dito pelo profeta Jeremias, que disse: Tomaram as trinta moedas de prata, preço avaliado pelos filhos de Israel, o qual eles avaliaram;

10e as deram pelo campo do oleiro, conforme o que o Senhor me mandou.

11Jesus esteve diante do governador, e o governador lhe perguntou: És tu o Rei dos Judeus? E Jesus lhe respondeu: Tu o dizes.

12E, sendo ele foi acusado pelos chefes dos sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu.

13Pilatos, então, lhe disse: Não ouves quantas coisas estão testemunhando contra ti?

14Mas Jesus não lhe respondeu uma só palavra, de maneira que o governador ficou muito maravilhado.

15Na festa o governador costuma soltar um preso ao povo, qualquer um que quisessem.

16E tinham então um preso bem conhecido, chamado Barrabás.

17Quando, pois, se ajuntaram, Pilatos lhes perguntou: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, que é chamado Cristo?

18Pois ele sabia que foi por inveja que o entregaram.

19E, enquanto ele estava sentado no assento de juiz, sua mulher lhe enviou a seguinte mensagem: Nada faças com aquele justo, pois hoje sofri muito em sonhos por causa dele.

20Mas os chefes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram as multidões a pedirem Barrabás, e a exigirem a morte de Jesus.

21O governador lhes perguntou: Qual destes dois quereis que vos solte? E responderam: Barrabás!

22Pilatos lhes disse: Que, pois, farei de Jesus, que é chamado Cristo? Todos lhe disseram: Seja crucificado!

23E o governador perguntou: Ora, que mal ele fez? Porém gritavam mais: Seja crucificado!

24Quando, pois, Pilatos viu que nada adiantava, em vez disso se fazia mais tumulto, ele pegou água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: Estou inocente do sangue deste justo. A responsabilidade é vossa.

25E todo o povo respondeu: O sangue dele venha sobre nós, e sobre os nossos filhos.

26Então soltou-lhes Barrabás, enquanto que mandou açoitar Jesus, e o entregou para ser crucificado.

27Em seguida, os soldados do governador levaram Jesus consigo ao pretório, ajuntaram-se a ele toda a unidade miltar.

28Eles o despiram e o cobriram com um manto vermelho.

29E, depois de tecerem uma coroa de espinhos, puseram-na sobre a sua cabeça, e uma cana em sua mão direita. Em seguida, puseram-se de joelhos diante dele, zombando-o, e diziam: Felicitações, Rei dos Judeus!

30E cuspiram nele, tomaram a cana, e deram-lhe golpes na cabeça.

31Depois de terem o zombado, despiram-lhe a capa, vestiram-no com suas roupas, e o levaram para crucificar.

32Ao saírem, encontraram um homem de Cirene, por nome Simão; e obrigaram-no a levar sua cruz.

33E quando chegaram ao lugar chamado Gólgota, que significa “o lugar da caveira”,

34deram-lhe de beber vinagre misturado com fel. E, depois de provar, não quis beber.

35E havendo-o crucificado, repartiram suas roupas, lançando sortes; para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Repartiram entre si minhas roupas, e sobre minha túnica lançaram sortes.

36Então se sentaram, e ali o vigiavam.

37E puseram, por cima de sua cabeça, sua acusação escrita: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.

38Então foram crucificados com ele dois criminosos, um à direita, e outro à esquerda.

39Os que passavam blasfemavam dele, balançando suas cabeças,

40e dizendo: Tu, que derrubas o Templo, e em três dias o reconstróis, salva a ti mesmo! Se és Filho de Deus, desce da cruz.

41E da mesma maneira também os chefes dos sacerdotes, com os escribas e os anciãos, escarnecendo dele ,diziam:

42Salvou outros, a si mesmo não pode salvar. Se é Rei de Israel, desça agora da cruz, e creremos nele.

43Confiou em Deus, livre-o agora, se lhe quer bem; pois disse: “Sou Filho de Deus”.

44E os ladrões que estavam crucificados com ele também lhe insultavam.

45Desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra até a hora nona.

46E perto da hora nona, Jesus gritou em alta voz: Eli, Eli, lamá sabactâni?, Isto é: Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?

47E alguns dos que ali estavam, quando ouviram, disseram: Ele está chamando Elias.

48Logo um deles correu e tomou uma esponja. Então a encheu de vinagre, colocou-a em uma cana, e lhe dava de beber.

49Porém os outros disseram: Deixa, vejamos se Elias vem livrá-lo.

50Jesus gritou outra vez em alta voz, e entregou o espírito.

51E eis que o véu do Templo se rasgou em dois, de cima até embaixo, a terra tremeu, e as pedras se fenderam.

52Os sepulcros se abriram, e muitos corpos de santos que tinham morrido foram ressuscitados.

53E, depois de ressuscitarem, saíram dos sepulcros, vieram à santa cidade, e apareceram a muitos.

54E o centurião, e os que com ele vigiavam Jesus, ao verem o terremoto e as coisas que haviam sucedido, tiveram muito medo, e disseram: Verdadeiramente ele era Filho de Deus.

55Muitas mulheres, que desde a Galileia haviam seguido Jesus, e o serviam, estavam ali, olhando de longe.

56Entre elas estavam Maria Madalena, e Maria mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu.

57E chegado o entardecer, veio um homem rico de Arimateia, por nome José, que também era discípulo de Jesus.

58Ele chegou a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que o corpo lhe fosse entregue.

59José tomou o corpo, e o envolveu em um lençol limpo, de linho fino,

60e o pôs em seu sepulcro novo, que tinha escavado numa rocha; em seguida rolou uma grande pedra à porta do sepulcro, e foi embora.

61E ali estavam Maria Madalena e a outra Maria, sentadas de frente ao sepulcro.

62No dia seguinte, que é o depois da preparação, os chefes dos sacerdotes, e os fariseus se reuniram com Pilatos,

63e disseram: Senhor, nos lembramos que aquele enganador, enquanto ainda vivia, disse: “Depois de três dias serei ressuscitado”.

64Portanto, manda que o sepulcro esteja em segurança até o terceiro dia, para que não aconteça dos seus discípulos virem de noite, e o furtem, e digam ao povo que ele ressuscitou dos mortos; e assim o último engano será pior que o primeiro.

65Pilatos lhes disse: Vós tendes uma guarda. Ide fazer segurança como o entendeis.

66E eles se foram, e fizeram segurança no sepulcro com a guarda, selando a pedra.

Mateus 28Abrir no leitor

1No fim do sábado, quando já começava a clarear para o primeiro dia da semana, Maria Madalena, e a outra Maria vieram ver o sepulcro.

2E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou, e moveu a pedra da entrada, e ficou sentado sobre ela.

3A aparência dele era como um relâmpago, e sua roupa branca como neve.

4E de medo dele os guardas tremeram muito, e ficaram como mortos.

5Mas o anjo disse às mulheres: Não vos atemorizeis, pois eu sei que buscais Jesus, o que foi crucificado.

6Ele não está aqui, pois já ressuscitou, como ele disse. Vinde ver o lugar onde o Senhor jazia.

7Ide depressa dizer aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos; e eis que vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis. Eis que eu tenho vos dito.

8Então elas saíram apressadamente do sepulcro, com temor e grande alegria, e correram para anunciar aos seus discípulos.

9E, enquanto elas iam anunciar aos seus discípulos, eis que Jesus veio ao encontro delas, e disse: Saudações. Elas se aproximaram, pegaram os pés dele, e o adoraram.

10Jesus, então, lhes disse: Não temais. Ide anunciar aos meus irmãos para eles irem à Galileia, e ali me verão.

11Enquanto elas iam, eis que alguns da guarda vieram à cidade, e anunciaram aos chefes dos sacerdotes tudo o que havia acontecido.

12Então eles se reuniram com os anciãos, depois de decidirem em conjunto, deram muito dinheiro aos soldados,

13dizendo: Falai: “Os discípulos dele vieram de noite, e o furtaram enquanto estávamos dormindo”.

14E, se isto for ouvido pelo governador, nós o persuadiremos, e vos manteremos seguros.

15Eles tomaram o dinheiro e fizeram como foram instruídos. E este dito foi divulgado entre os judeus até hoje.

16Os onze discípulos se foram para a Galileia, ao monte onde Jesus havia lhes ordenado.

17E quando o viram, o adoraram; porém alguns duvidaram.

18Jesus se aproximou deles, e lhes falou: Todo o poder me é dado no céu e na terra.

19Portanto ide, fazei discípulos a todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo,

20ensinando-lhes a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado. E eis que eu estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos. Amém.

Marcos 1Abrir no leitor

1Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.

2Como está escrito nos profetas: Eis que eu envio o meu mensageiro diante de tua face, que preparará o teu caminho diante de ti .

3Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas.

4João veio a batizar no deserto, e a pregar o batismo de arrependimento para perdão dos pecados.

5E toda a província da Judeia e os de Jerusalém saíam até ele; e eram todos batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados.

6João se vestia de pelos de camelo, e um cinto de couro em sua cintura; e comia gafanhotos e mel do campo.

7Ele pregava assim: Após mim vem aquele que é mais forte do que eu. A ele não sou digno de me abaixar para desatar a tira das suas sandálias.

8De fato eu tenho vos batizado com água, porém ele vos batizará com Espírito Santo.

9E aconteceu que, naqueles dias, Jesus de Nazaré da Galileia veio, e foi batizado por João no Jordão.

10E assim que saiu da água, viu os céus se abrirem, e o Espírito, que como pomba descia sobre ele.

11E veio uma voz dos céus: Tu és meu Filho amado, em quem me agrado.

12E logo o Espírito o impeliu ao deserto.

13Ele esteve ali no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. Ele estava com os animais selvagens, e os anjos o serviam.

14Depois que João foi preso, Jesus veio para a Galileia, pregando o Evangelho do Reino de Deus,

15e dizendo: O tempo se cumpriu, e o Reino de Deus está perto; arrependei-vos, e crede no Evangelho.

16E enquanto andava junto ao mar da Galileia, ele viu Simão e seu irmão André, que lançavam uma rede ao mar, porque eram pescadores;

17Jesus lhes disse: Vinde após mim, e farei serdes pescadores de gente.

18Então logo deixaram suas redes, e o seguiram.

19E passando dali um pouco mais adiante, viu Tiago filho de Zebedeu, e seu irmão João, que estavam no barco, consertando as redes.

20E logo os chamou; então eles deixaram o seu pai Zebedeu no barco com os empregados, foram após ele.

21Eles entraram em Cafarnaum; e assim que chegou o sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar.

22E ficavam admirados com o seu ensinamento, pois, diferentemente dos escribas, ele os ensinava como quem temautoridade.

23E havia na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, que gritou,

24dizendo: Ah, que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Bem sei quem és: o Santo de Deus.

25Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e sai dele.

26E o espírito imundo, provocando convulsão nele, e gritando em alta voz, saiu dele.

27Assim todos ficaram admirados, e perguntavam entre si: Que é isto? Que novo ensinamento é este que, com autoridade, ordena até aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem?

28E logo sua fama se espalhou por toda a região da Galileia.

29Logo depois de saírem da sinagoga, vieram à casa de Simão e de André, com Tiago e João.

30A sogra de Simão estava deitada com febre, e logo falaram dela a Jesus .

31Então ele aproximou-se dela, tomou-a pela mão, e a levantou; logo a febre a deixou, e ela começou a servi-los.

32Ao entardecer, quando o sol já se punha, trouxeram-lhe todos os doentes e endemoninhados;

33e toda a cidade se juntou à porta.

34Ele curou muitos que se achavam mal de diversas enfermidades, e expulsou muitos demônios. Ele não deixava os demônios falarem, porque o conheciam.

35De madrugada, ainda escuro, ele se levantou para sair, foi a um lugar deserto, e ali esteve a orar.

36Simão e os que estavam com ele o seguiram.

37Quando o acharam, disseram-lhe: Todos estão te procurando.

38Jesus lhes respondeu: Vamos para as aldeias vizinhas, para que eu também pregue ali, pois vim para isso.

39Ele pregava em suas sinagogas por toda a Galileia, e expulsava os demônios.

40Um leproso aproximou-se dele, rogando-lhe, pondo-se de joelhos diante dele, e dizendo-lhe: Se quiseres, tu podes limpar-me.

41E Jesus , movido de compaixão, estendeu a mão, tocou-o, e disse-lhe: Quero; sê limpo.

42Quando disse isso, logo a lepra saiu dele, e ficou limpo.

43Jesus advertiu-o, e logo o despediu,

44dizendo-lhe: Cuidado, não digas nada a ninguém. Mas vai, mostra-te ao Sacerdote, e oferece por teres ficado limpo o que Moisés mandou, para lhes servir de testemunho.

45Porém, quando ele saiu, começou a anunciar muitas coisas, e a divulgar a notícia, de maneira que Jesus já não podia entrar publicamente na cidade; em vez disso, ficava do lado de fora em lugares desertos, e pessoas de todas as partes vinham até ele.

Marcos 2Abrir no leitor

1Dias depois, Jesus entrou outra vez em Cafarnaum, e ouviu-se que estava em casa.

2Logo juntaram-se tantos, que nem mesmo perto da porta cabiam; e ele lhes falava a palavra.

3E vieram a ele uns que traziam um paralítico carregado por quatro.

4Como não podiam se aproximar dele por causa da multidão, descobriram o telhado onde ele estava, fizeram um buraco, e baixaram por ele o leito em que jazia o paralítico.

5Quando Jesus viu a fé deles, disse ao paralítico: Filho, os teus pecados te são perdoados.

6E estavam ali sentados alguns escribas, que pensavam em seus corações:

7Por que este homem fala essas blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, a não ser somente Deus?

8Imediatamente Jesus percebeu em seu espírito que assim pensavam em si mesmos. Então perguntou-lhes: Por que pensais assim em vossos corações?

9O que é mais fácil? Dizer ao paralítico: “Os teus pecados estão perdoados”, ou dizer, “Levanta-te, toma o teu leito, e anda”?

10Mas para que saibais que o Filho do homem tem poder na terra para perdoar pecados,(disse ao paralítico):

11A ti eu digo: levanta-te, toma o teu leito, e vai para a tua casa.

12E logo ele se levantou, tomou o leito, e saiu na presença de todos, de tal maneira, que todos ficaram admirados, e glorificaram a Deus, dizendo: Nunca vimos algo assim.

13Jesus voltou a sair para o mar; toda a multidão veio até ele, e ele os ensinava.

14E enquanto passava, ele viu Levi, filho de Alfeu, sentado no posto de coleta de impostos, e disse-lhe: Segue-me.Então Levi se levantou e o seguiu.

15E aconteceu que enquanto estava sentado à mesa na casa dele, muitos publicanos e pecadores também estavam assentados à mesa com Jesus e os seus discípulos; porque eram muitos, e o haviam seguido.

16Quando os escribas e os fariseus o viram comer com os publicanos e pecadores, disseram a seus discípulos: Por que é que ele come e bebe com os publicanos e os pecadores?

17Jesus ouviu e lhes respondeu: Os que têm saúde não precisam de médico, mas sim os que estão doentes. Eu não vim para chamar os justos, mas sim, os pecadores, ao arrependimento.

18Os discípulos de João e os dos fariseus estavam jejuando; então vieram lhe perguntar: Por que os discípulos de João e os dos fariseus jejuam, e os teus discípulos não jejuam?

19Jesus lhes respondeu: Podem os convidados do casamento jejuar enquanto o noivo estiver com eles? Enquanto tiverem o noivo consigo, eles não podem jejuar.

20Mas dias virão, quando o noivo lhes for tirado; e então naqueles dias jejuarão.

21Ninguém costura remendo de pano novo em roupa velha; senão o remendo novo rompe o velho, e se faz pior rasgo.

22E ninguém põe vinho novo em odres velhos; senão o vinho novo rompe os odres, derrama-se o vinho, e os odres se danificam; mas o vinho novo deve ser posto em odres novos.

23E aconteceu que, enquanto Jesus passava pelas plantações no sábado, os seus discípulos, andando, começaram a arrancar espigas.

24Os fariseus lhe disseram: Olha! Por que estão fazendo o que não é lícito no sábado?

25E ele lhes disse: Nunca lestes o que fez Davi, quando teve necessidade e fome, ele e os que com ele estavam?

26Como ele entrou na Casa de Deus, quando Abiatar era sumo sacerdote, e comeu os pães da proposição (dos quais não é lícito comer, a não ser aos sacerdotes), e também deu aos que com ele estavam?

27Disse-lhes mais: O sábado foi feito por causa do ser humano, não o ser humano por causa do sábado.

28Por isso o Filho do homem é Senhor até do sábado.

Texto: Bíblia Livre (BLIVRE), Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018. Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil.