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The Way

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Bíblia em 6 meses

Dia 105 de 182 · uns 22 min

Cânticos 4–8 · Isaías 1–4

Cânticos 4Abrir no leitor

1Ele : Como tu és bela, minha querida! Como tu és bela! Teus olhos por trás do véu são como pombas; teu cabelo é como um rebanho de cabras, que descem do monte Gileade.

2Teus dentes são como ovelhas tosquiadas, que sobem do lavatório; todas elas têm gêmeos, e nenhuma delas é estéril.

3Teus lábios são como uma fita de escarlate, e tua boca é bonita; tuas têmporas são como pedaços de romã por detrás do véu.

4Teu pescoço é como a torre de Davi, construída como fortaleza; mil escudos estão nela pendurados, todos escudos de guerreiros.

5Teus dois seios são como dois filhos gêmeos da corça, que pastam entre os lírios.

6Antes do dia nascer, e das sombras fugirem, irei ao monte de mirra, e ao morro do incenso.

7Tu és bela, minha querida! Não há defeito algum em ti.

8Vem comigo do Líbano, ó esposa minha, vem comigo do Líbano; desce do cume de Amaná, do cume de Senir e de Hermom, das montanhas das leoas, dos montes dos leopardos.

9Tomaste meu coração, minha irmã, minha esposa; tomaste o meu coração com um de teus olhos, com um colar de teu pescoço.

10Como são agradáveis os teus amores, minha irmã, minha esposa! São bem melhores do que o vinho; e o cheiro de teus unguentos é melhor que todas as especiarias.

11Favos de mel descem de teus lábios, ó esposa; mel e leite estão debaixo de tua língua; e o cheiro de teus vestidos é como o cheiro do Líbano.

12Jardim fechado és tu, minha irmã, minha esposa; manancial fechado, uma fonte selada.

13Tuas plantas são uma horta de romãs, com frutos excelentes: hena e nardo.

14Nardo, açafrão, cálamo e canela; com todo tipo de árvores de incenso: mirra, aloés, com todas as melhores especiarias.

15Tu és uma fonte de jardins, um poço de águas vivas que corre do Líbano.

16Ela : Levanta-te, vento norte! E vem, ó vento sul! Assopra em meu jardim, para que espalhem os seus aromas! Que meu amado venha a seu jardim, e coma de seus excelentes frutos.

Cânticos 5Abrir no leitor

1Ele : Já cheguei ao meu jardim, minha irmã, minha esposa; colhi minha mirra com minha especiaria; comi meu mel, bebi meu vinho com meu leite. Autor do poema (ou os amigos dos noivos) : Comei, amigos; bebei, ó amados, e embebedai-vos.

2Ela : Eu estava dormindo, mas meu coração vigiava; era a voz de meu amado, batendo: Abre-me, minha irmã, minha querida, minha pomba, minha perfeita! Porque minha cabeça está cheia de orvalho, meus cabelos das gotas da noite.

3Já tirei minha roupa; como voltarei a vesti-la? Já lavei meus pés; como vou sujá-los de novo ?

4Meu amado meteu sua mão pelo buraco da porta ,e meu interior se estremeceu por ele.

5Eu me levantei para abrir a meu amado; minhas mãos gotejavam mirra, e meus dedos derramaram mirra sobre os puxadores da fechadura.

6Eu abri a porta ao meu amado, porém meu amado já tinha saído e ido embora; minha alma como que saía de si por causa de seu falar. Eu o busquei, mas não o achei; eu o chamei, mas ele não me respondeu.

7Os guardas que rondavam pela cidade me encontraram; eles me bateram e me feriram; os guardas dos muros tiraram de mim o meu véu.

8Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai que, se achardes o meu amado, dizei a ele que estou doente de amor.

9Moças : Ó, tu, mais bela entre as mulheres, como é o teu amado, a quem tu amas mais do que qualquer outro? Como é este teu amado, mais amado que qualquer outro, por quem assim nos mandas jurar?

10Ela : Meu amado é radiante e rosado; ele se destaca entre dez mil.

11Sua cabeça é como o mais fino ouro; seus cabelos são crespos, pretos como o corvo.

12Seus olhos são como pombas junto às correntes de águas, lavados em leite, colocados como joias .

13As laterais de seu rosto como um canteiro de especiarias, como caixas aromáticas; seus lábios são como lírios, que gotejam fragrante mirra.

14Suas mãos são como anéis de ouro com pedras de crisólitos; seu abdome como o brilhante marfim, coberto de safiras.

15Suas pernas são como colunas de mármore, fundadas sobre bases de ouro puro; seu aspecto é como o Líbano, precioso como os cedros.

16Sua boca é cheia de doçura, e ele é desejável em todos os sentidos; assim é o meu amado; assim é o meu querido, ó filhas de Jerusalém.

Cânticos 6Abrir no leitor

1Moças : Para onde foi o teu amado, ó tu mais bela entre as mulheres? Para que direção se virou o teu amado, para o procurarmos contigo?

2Ela : Meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de especiarias, para apascentar seu rebanho nos jardins, e para colher lírios.

3Eu sou do meu amado, e meu amado é meu; ele apascenta entre os lírios.

4Ele : Tu és bela, minha querida, como Tirza, agradável como Jerusalém; és formidável como bandeiras de exércitos .

5Afasta teus olhos de mim, pois eles me deixam desconcertado. Teu cabelo é como um rebanho de cabras, que descem de Gileade.

6Teus dentes são como um rebanho de ovelhas, que sobem do lavatório; todas produzem gêmeos, e não há estéril entre elas.

7Como um pedaço de romã, assim são as laterais de teu rosto abaixo de teu véu.

8Sessenta são as rainhas, e oitenta as concubinas; e as donzelas são inúmeras;

9Porém uma é a minha pomba, minha perfeita, a única de sua mãe, a mais querida daquela que a gerou. As moças a viram, e a chamaram de bem-aventurada; as rainhas e as concubinas a elogiaram.

10Quem é esta, que aparece como o nascer do dia, bela como a lua, brilhante como o sol, formidável como bandeiras de exércitos ?

11Desci ao jardim das nogueiras, para ver os frutos do vale; para ver se as videiras estavam floridas, e se as romãzeiras brotavam.

12Sem eu perceber, minha alma me pôs nas carruagens de meu nobre povo.

13Moças : Volta! Volta, Sulamita! Volta! Volta, e nós te veremos! Ele : Por que quereis ver a Sulamita, como a dança de duas companhias?

Cânticos 7Abrir no leitor

1Ele : Como são belos os teus pés nas sandálias, ó filha de príncipe! Os contornos de tuas coxas são como joias, como obra das mãos de um artesão.

2Teu umbigo é como uma taça redonda, que não falta bebida; teu abdome é como um amontoado de trigo, rodeado de lírios.

3Teus dois seios são como dois filhos gêmeos da corça.

4Teu pescoço é como uma torre de marfim; teus olhos são como os tanques de peixes de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim. Teu nariz é como a torre do Líbano, que está de frente a Damasco.

5Tua cabeça sobre ti, como o monte Carmelo, e o trançado dos cabelos cabeça como púrpura; o rei está como que atado em tuas tranças.

6Como tu és bela! Como tu és agradável, ó amor em delícias!

7Esta tua estatura é semelhante à palmeira, e teus seios são como cachos de uvas .

8Eu disse: Subirei à palmeira, pegarei dos seus ramos; e então teus seios serão como os cachos da videira, e a fragrância de teu nariz como o das maçãs.

9E tua boca seja como o bom vinho; Ela : Vinho que se entra a meu amado suavemente, e faz falarem os lábios dos que dormem.

10Eu sou do meu amado, e ele me deseja.

11Vem, amado meu! Saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias.

12Saiamos de madrugada até às vinhas, vejamos se as videiras florescem, se suas flores estão se abrindo, se as romãzeiras já estão brotando; ali te darei os meus amores.

13As mandrágoras espalham seu perfume, e junto a nossas portas há todo tipo de excelentes frutos, novos e velhos; eu os guardei para ti, meu amado.

Cânticos 8Abrir no leitor

1Como gostaria que tu fosses como meu irmão, que mamava os seios de minha mãe. Quando eu te achasse na rua, eu te beijaria, e não me desprezariam.

2Eu te levaria e te traria à casa de minha mãe, aquela que me ensinou, e te daria a beber do vinho aromático, do suco de minhas romãs.

3Esteja sua mão esquerda debaixo de minha cabeça, e sua direita me abrace.

4Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai que não acordeis, nem desperteis ao amor, até que ele queira.

5Outros : Quem é esta, que sobe da terra desabitada, reclinada sobre seu amado? Ela : Debaixo de uma macieira te despertei; ali tua mãe te teve com dores; ali te deu à luz aquela que te gerou.

6Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço; porque o amor é forte como a morte, e o ciúme é severo como o Xeol; suas brasas são brasas de fogo, labaredas intensas.

7Muitas águas não poderiam apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa por este amor, certamente o desprezariam.

8Irmãos dela : Temos uma irmã pequena, que ainda não têm seios; que faremos a esta nossa irmã, no dia que dela falarem?

9Se ela for um muro, edificaremos sobre ela um palácio de prata; e se ela for uma porta, então a cercaremos com tábuas de cedro.

10Ela : Eu sou um muro, e meus seios como torres; então eu era aos olhos dele, como aquela que encontra a paz.

11Salomão teve uma vinha em Baal-Hamom; ele entregou esta vinha a uns guardas, e cada um lhe trazia como faturamento de seus frutos mil moedas de prata.

12Minha vinha, que me pertence, está à minha disposição; as mil moedas de prata são para ti, Salomão, e duzentas para os guardas de teu fruto.

13Ele : Ó tu que habitas nos jardins, teus colegas prestam atenção à tua voz: faze com que eu também possa ouvi-la.

14Ela : Vem depressa, meu amado! E faze-te semelhante ao corço, ao filhote de cervos, nas montanhas de ervas aromáticas!

Isaías 1Abrir no leitor

1Visão de Isaías, filho de Amoz, a qual ele viu sobre Judá e Jerusalém, nos dias de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá.

2Ouvi, ó céus; e escutai tu, terra, porque o SENHOR está falando: Eu criei filhos, e os fiz crescerem; porém eles se rebelaram contra mim.

3O boi conhece a seu dono, e o jumento sabe a manjedoura de seu possuidor; mas Israel não conhece, meu povo não entende.

4Ai da nação pecadora, do povo cheio de perversidade, semente de malfeitores, de filhos corruptos! Abandonaram ao SENHOR, provocaram a ira ao Santo de Israel, dele se afastaram.

5Para que seríeis espancados ainda mais? Vós vos rebelaríeis mais ainda. Toda a cabeça está enferma, e todo o coração fraco.

6Desde a planta do pé até a cabeça, não há nele coisa sã. Só há feridas, inchaços e chagas podres, sem terem sido espremidas, feito curativos ou aliviadas com azeite.

7Vossa terra é uma ruína; vossas cidades foram queimadas; vossa terra os estranhos devastaram diante de vossa presença, e está arruinada como que destruída por estranhos.

8E a filha de Sião ficou como uma cabana na vinha, como um barraco no pepinal, como uma cidade cercada.

9Se o SENHOR dos exércitos não tivesse nos deixado alguns sobreviventes, teríamos sido como Sodoma, seríamos semelhantes aos de Gomorra.

10Ouvi a palavra do SENHOR, vós líderes de Sodoma! Ouvi a Lei do nosso Deus, vós povo de Gomorra!:

11Para que me serve tantos sacrifícios vossos?,diz o SENHOR; Já estou farto de sacrifícios de queima de carneiros, e da gordura de animais cevados. Não me alegro com o sangue de bezerros, nem com o de cordeiros ou bodes.

12Quando vindes a aparecer perante minha face, quem vos pediu isso de vossas mãos, de pisardes em meus pátios?

13Não tragais mais ofertas inúteis; vosso incenso para mim é abominação; não aguento mais as luas novas, os sábados, e as chamadas para o povo se reunir; todas estas se tornaram reuniões malignas.

14Vossas luas novas e vossas solenidades, minha alma as odeia e elas me perturbam; estou cansado de as suportar.

15Por isso quando estendeis vossas mãos, escondo meus olhos de vós; até quando fazeis muitas orações, eu não vos ouço; porque vossas mãos estão cheias de sangue.

16Lavai-vos! Purificai-vos! Tirai a maldade de vossas atitudes perante meus olhos; parai de fazer maldades.

17Aprendei a fazer o bem; procurai o que é justo; ajudai ao oprimido; fazei justiça ao órfão; defendei a causa da viúva.

18Vinde, então, e façamos as contas,diz o SENHOR: ainda que vossos pecados sejam como a escarlate, eles ficarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, eles se tornarão como a lã.

19Se quiserdes e ouvirdes, comereis o que é bom da terra.

20Porém se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados pela espada;pois foi assim que a boca do SENHOR falou.

21Como a cidade fiel se tornou uma prostituta! Ela estava cheia de juízo, justiça habitava nela; porém agora homicidas.

22Tua prata se tornou em escórias; teu vinho se misturou com água.

23Teus príncipes são rebeldes, e companheiros de ladrões; cada um deles ama os subornos, e perseguem recompensas; não fazem justiça ao órfão, e não chega perante eles a causa das viúvas.

24Por isso diz o Senhor DEUS dos exércitos, o Poderoso de Israel: Ah, tomarei satisfações quanto aos meus adversários, e me vingarei de meus inimigos.

25E tornarei minha minha mão contra ti, e purificarei por completo tuas escórias; e tirarei toda a tua impureza.

26E restituirei a teus juízes, como da primeira vez, e a teus conselheiros, como no princípio; e depois disso te chamarão cidade da justiça, cidade fiel.

27Sião será resgatada por meio do juízo; e os que retornarem a ela, por meio da justiça.

28Mas para os transgressores e pecadores, serão juntamente quebrados; e os que deixarem ao SENHOR serão consumidos.

29Porque pelos carvalhos que cobiçastes serão confundidos; e pelos bosques que escolhestes sereis envergonhados;

30Porque sereis como o carvalho ao qual suas folhas caem, e como o bosque que não tem água.

31E o forte se tornará em estopa, e sua obra, em faísca; e ambos serão juntamente queimados, e não haverá quem os apague.

Isaías 2Abrir no leitor

1Palavra vista por Isaías, filho de Amoz, quanto a Judá e a Jerusalém:

2E acontecerá no últimos dias, que o monte da cada do SENHOR se firmará no cume dos montes, e se levantará por cima dos morros; e correrão em direção a ele todas as nações.

3E muitos povos irão, e dirão: Vinde, subamos ao monte do SENHOR, à casa do Deus de Jacó, para que ele nos ensine sobre seus caminhos, e andemos em suas veredas; Porque de Sião virá a Lei, e de Jerusalém a palavra do SENHOR.

4E ele julgará entre as nações, e repreenderá a muitos povos; e trocarão suas espadas em enxadas, e suas lanças em foices; não se levantará mais espada nação contra nação, nem aprenderão mais a fazer guerra.

5Casa de Jacó, vinde, e andemos à luz do SENHOR.

6Mas tu, SENHOR , desamparaste a teu povo, à casa de Jacó; porque se encheram dos costumes do oriente, e são místicos como os filisteus; e se associam a filhos de estrangeiros.

7A terra deles está cheia de prata e de ouro, e os tesouros deles não têm fim; a terra deles está cheia de cavalos, e as carruagens deles não têm fim.

8A terra deles também está cheia de ídolos; eles se inclinam perante as obras de suas próprias mãos, perante o que seus próprios dedos fizeram.

9Ali as pessoas se abatem, e os homens se humilham; por isso tu não os perdoarás.

10Entra nas rochas, e esconde-te no pó, por causa da temível presença do SENHOR, e da glória de sua majestade.

11Os olhos arrogantes dos homens serão abatidos, e o orgulho dos homens será humilhado; e só o SENHOR será exaltado naquele dia.

12Porque o dia do SENHOR dos exércitos será contra o soberbo e o arrogante; e contra todo de que se acha exaltado, para que seja abatido.

13E contra todos os cedros do Líbano, altos e elevados; e contra todos os carvalhos de Basã.

14E contra todos os altos montes, e contra todos os morros elevados.

15E contra toda torre alta, e contra todo muro fortificado.

16E contra todos os navios de Társis, e contra todas as pinturas desejadas.

17E a soberba do homem será humilhada, e o orgulho dos homens será abatido; e só o SENHOR será exaltado naquele dia.

18E todos os ídolos serão eliminados por completo.

19Então entrarão nas cavernas das rochas, e nos buracos da terra, por causa da temível presença do SENHOR, e por causa de sua majestade, quando ele se levantar, para espantar a terra.

20Naquele dia, o homem lançará seus ídolos de prata, e seus ídolos de ouro, que fizeram para se prostrarem diante deles, às toupeiras e aos morcegos.

21E se porão nas fendas das rochas, e nas cavernas das penhas, por causa da temível presença do SENHOR, e por causa da glória de sua majestade, quando ele se levantar para espantar a terra.

22Portanto, cessai de confiar no homem, cujo fôlego está em suas narinas; pois o que há nele que mereça se dar algum valor?

Isaías 3Abrir no leitor

1Porque eis que o Senhor DEUS dos exércitos tirará de Jerusalém e de Judá o apoio e o sustento: todas as fontes de comida e de água,

2O guerreiro, o soldado, o juiz, o profeta, o adivinho, e o ancião;

3O chefe de cinquenta, o nobre, o conselheiro, o sábio entre os artífices, e o que tem habilidade de falar palavras.

4E lhes darei garotos como seus príncipes, e rapazes dominarão sobre eles.

5E o povo será oprimido; um será contra o outro, e cada um contra seu próximo; o jovem se atreverá contra o ancião, e o reles contra o nobre.

6Porque um homem tomará seu irmão da casa de seu pai, e dirá : Tu tens capa; sê nosso governante, e estejam estas ruínas debaixo de tua mão.

7Então em tal dia ele levantará sua mão, dizendo: Não posso solucionar este problema; também em minha casa não há pão nem vestido algum; não me ponhais como governante do povo.

8Porque Jerusalém tropeçou, e Judá está caído; pois sua língua e suas obras são contra o SENHOR, para irritar os seus gloriosos olhos.

9A aparência de seus rostos dão testemunho contra eles, e mostram abertamente seus pecados; assim como Sodoma, não os disfarçam. Ai da alma deles, porque estão fazendo mal a si mesmos.

10Dizei a justo, que o bem lhe sucederá ,que comerão do fruto de suas obras.

11Ai do perverso! O mal lhe sucederá ,porque lhe será feito conforme o trabalho de suas mãos.

12Os dominadores de meu povo são garotos, e mulheres dominam sobre ele; ah, meu povo, os que te guiam te enganam e confundem o caminho de tuas veredas.

13O SENHOR se apresenta para brigar a causa judicial, e se põe para julgar aos povos.

14O SENHOR vem a juízo contra os anciãos de seu povo, e contra seus líderes: Pois vós consumistes a vinha, o despojo do pobre está em vossas casas.

15Por que vós esmagastes ao meu povo, e moestes o rosto dos pobres?,diz o Senhor DEUS dos exércitos.

16Além disso o SENHOR diz: Dado que as filhas de Sião se exaltam, e andam com o pescoço levantado, e procuram seduzir com os olhos, e vão andando a passos curtos, fazendo ruídos com os ornamentos dos pés,

17Por isso o Senhor fará chagas no topo das cabeças das filhas de Sião, e descobrirá suas partes íntimas.

18Naquele dia o Senhor tirará delas os enfeites: tornozeleiras, testeiras, gargantilhas,

19Brincos, pulseiras, véus,

20Chapéus, braceletes, cintos, bolsinhas de perfume, amuletos,

21Anéis, pingentes de nariz,

22Vestidos de festa, mantas, capas, bolsas,

23Transparências, saias de linho, toucas e túnicas.

24E será que, no lugar de aromas haverá fedor; e no lugar de cinto haverá corda; e no lugar de cabelos cacheados haverá calvície, e no lugar de roupa luxuosa haverá roupa de saco; e queimadura no lugar de beleza.

25Teus homens cairão à espada; teus guerreiros na batalha.

26E as portas delas gemerão, e chorarão; e ela, ficando desolada, se sentará no chão.

Isaías 4Abrir no leitor

1E sete mulheres tomarão um mesmo homem naquele dia, dizendo: Nós comeremos de nosso pão, e nos vestiremos de nossas roupas; queremos somente que teu nome seja posto sobre nós; livra-nos de nossa vergonha!

2Naquele dia o Renovo do SENHOR será belo e glorioso; e o fruto da terra de excelente valor, para os de Israel que escaparem do perigo .

3E será que aquele que continuar em Sião e aquele que for deixado em Jerusalém será chamado santo; todo aquele que em Jerusalém está escrito para a vida;

4Quando o Senhor lavar a imundícia das filhas de Sião, e limpar o sangue de Jerusalém do meio dela, com o espírito de juízo, e com o espírito de queima.

5E o SENHOR criará sobre toda moradia do monte de Sião, e sobre seus ajuntamentos, uma nuvem de dia, e uma fumaça, e um brilho de fogo inflamado de noite; porque sobre toda glória haverá proteção.

6E haverá uma tenda para sombra contra o calor do dia, e para refúgio e abrigo contra a tempestade e contra a chuva.

Texto: Bíblia Livre (BLIVRE), Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio e Marco Teles, fevereiro de 2018. Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Brasil.